segunda-feira, 15 de abril de 2013

Livros - mês de março

Vou dar start a um novo marcador do blog: Leitura.
Nessa nova tag, pretendo mostrar o que ando lendo, seja notícia, receita, blog, livro, artigo e tals. 
Hoje vou contar o que li nesse mês que se passou - tão rápido: O código Da Vinci e Anjos e demônios, ambos de Dan Brown. Eu sei que a humanidade inteira já leu esse livro e tô aqui na maior cara de pau, mas morrendo de vergonha, de ter que admitir que só agora li as histórias de Robert Langdon. Não sei pq demorei tanto a ler esses livros, pois os tenho há um bom tempo, mas sei lá, talvez seja só preguiça mesmo! O fato é que li os dois em, aproximadamente cinco dias. 
Muito amor pela leitura desses dois, fiquei presa no mundo de Robert por um bom tempo, quando não tava lendo, tava pensando: Ai meu deus, e agora? E agora? O que vai acontecer? Ai meu deus, não acredito!
Sempre assim, apreensiva. Fazia muito tempo que não sentia isso ao ler alguma coisa. 
Certo que tenho uma certa queda por romances policiais - amo o Hercule Poirot   -  O código Da Vinci, Anjos e Demônios, Fortaleza digital e Ponto de impacto (que estou lendo) sempre envolvem enigmas, mortes, matemáticos, criptógrafos, agências secretas e tals. Então como tenho uma certa quedinha por romances policiais, costumo me render a esse tipo de obra mesmo - CSI, Bones, tem como não amar?
Mas deixa eu falar, separadamente, de cada livro:

Atenção: Contém spoilers (muitos)

O código Da Vinci:
Segundo a Sextante e a Submarino:

"Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton. 
Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles viram suspeitos e em detetives enquanto tentam decifrar um intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica. 
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais brilhantes da atualidade."

Eu, como a maior parte da humanidade, já tinha uma ideia da história, pois já tinha visto o filme. Repetindo: tive uma ideia da história, só uma ideia mesmo, pq o livro possui detalhes muito mais polêmicos do que o próprio filme. Quem não se lembra dos debates sobre Maria Madalena, a era de aquário, as mensagens ocultas nas obras de Da Vinci, e a bombástica história de Jesus ter se casado com Maria Madalena e ter tido um filho? 
A forma com que Dan constrói a história, me deixou com a pulga atrás da orelha, pois certas coisas são mesmo reais, outras são lendas e tals. Mas, pra falar a verdade, nem é isso que me interessa nesse livro.
 Não tô nem um pouco preocupada com o priorado de Sião, com a "verdade" ou com o fato de Sophie, a linda criptóloga francesa - possuir a linhagem de Jesus. 
O que me deixou presa à história foi a tensão de Robert e Sophie em achar as pistas que Jacques havia deixado. Apaixonante! Os dois são brilhantes, parece que o pensamento de um é conectado ao outro, me amarrei. E ao longo da história eu torcia: "beija ela, beija por favorrrrrrrrrrr". Eu juro que não sou da vibe de livros de romance, mas me rendi a esse. Diabo de história envolvente!
Outro ponto importante é toda essa coisa de mensagem subliminar: gente, pirei nos anagramas, cada um melhor que o outro. E os diversos códigos que existem e que muita gente (EU) nem conhecia, tipo  a sequencia de Fibonacci, "uma progressão na qual cada termo é obtido somando-se os dois termos precedentes". >> 1 - 1- 2 - 3 - 5 - 8 - 13 - 21
Incrível, toda a volta que fizeram pra achar o sant graal, e a relíquia tão perto de onde tudo começou, dá um desespero. Nota máxima!

Anjos e demônios:
De novo, nossa amiguinha, Submarino:

Antes de decifrar 'O Código Da Vinci', Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em Anjos e Demônios, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável - a assinatura macabra no corpo da vítima - um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo - é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos.
A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. 
Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati - um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em Anjos e Demônios, Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos. 

As histórias são bem parecidas, em O código, a sociedade secreta em questão era o priorado de sião, em Anjos e demônios, os illuminati. Quer dizer, era pra ser os illuminati, pq a história dá uma reviravolta inacreditável: o responsável por colocar todo o Vaticano em perigo não é nenhum illuminati! O final desse livro é sensacional, de tirar o fôlego!
E, novamente, um casal brilhante correndo contra o tempo pra salvar todo mundo, rsrsrs. Muita imaginação do Dan, pq as mulheres principais dos livros dele são sempre geniais. Vittoria é uma biofísica que trabalha onde, onde, onde? Na CERN*, ora!; Sophie ~O código Da Vinci~ é criptóloga, Susan ~Fortaleza digital~ é matemática, que ganha muita grana, trabalha pra NSA*, Rachel ~Ponto de impacto~ é a mais importante analista de inteligência da NRO*, tudo muito lindo, tudo muito incrível.

Voltando: Adorei a Vittoria, ela é bem diferente da Sophie, tá sempre tomando a iniciativa em tudo, enquanto a princesa Sophie é muito calma, tranquila e de boa na lagoa. Muita gente detestou, achou que o Robert não deveria ficar com Vittoria no final da história. Eu não sou do tipo que fica idealizando a história de ninguém, quando não concordo com o final de uma obra, procuro uma fanfiction pra ler.

Já terminei a leitura de Fortaleza digital e tô quase na metade de Ponto de Impacto.
Em breve falarei dessas duas obras aqui.
Aliás, eu achava que ia parar de ler Dan, mas daí descobri que ainda tenho que ler O símbolo perdido e Inferno, mais dois livros com as peripécias de Robert. Inferno está em pré venda na Submarino e o lançamento será no dia 11 de junho, um dia após meu aniversário ~mensagens ocultas hahahaha.



* CERN: Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire, conselho europeu de pesquisa nuclear;
* NSA = National Security Agence, agência nacional de segurança;
* NRO = National Reconnaissance Office, escritório nacional de reconhecimento.

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