quinta-feira, 9 de maio de 2013

Livros - mês de abril


Caraca! Não faz tanto tempo eu escrevi sobre os livros que li em março e cá estou eu escrevendo sobre os de abril! Gizuiz como o mês correu.



Livrinhos lidos ~mês abril:
  • Fortaleza digital, Dan Brown;
  • Pra gostar de ler: histórias divertidas, vários autores;
  • O analista de Bagé, Luis Fernando Veríssimo;
  • O menino no espelho, Fernando Sabino;
  • A identidade cultural na pós modernidade, Stuart Hall;
De todos, o que eu nunca tinha lido foi o Fortaleza, os outros eu já tinha lido, mas quando os vi na biblioteca da faculdade, me bateu a nostalgia e os peguei pra ler. Como eu li cinco livros, se eu fizer resenha detalhada de todos, com resumo da história e tudo mais, o post vai ficar enorme. Então, vou só falar brevemente de cada um.

Fortaleza digital: Esse livro merece um filme. Gente, por que que tem filme do Código Da Vinci, de Anjos e demônios e não deste? Injustiça. Um suspense tão bom quanto os anteriores. Eu super recomendo a leitura, eu praticamente devorei as palavras, li em três dias. Claro que não fazia mais nada além de ler: acordava e lia, tomava banho e lia, almoçava e lia, lia e lia, jantava e lia, e enquanto não lia, ficava ranzinza, para o bem da minha vida social, eu o terminei bem rápido.

Pra gostar de ler: histórias divertidas: Sem dúvida foi uma leitura divertida, esse livro tem crônicas de ouro, são pelo menos duas de cada um dos autores Luis Fernando Veríssimo, Machado de Assis, Artur Azevedo, Lima Barreto, Fernando Sabino, Stanislaw Ponte Preta, Aluísio Azevedo e Moacyr Scliar. Uma das histórias de Veríssimo tem no Analista de Bagé, o Casamento, mesmo sendo figurinha repetida na leitura do mês, valeu a pena. histórias rápidas e divertidas.

O analista de Bagé: reúne várias crônicas do Luis, e entre uma e outra tem-se as famosas histórias do analista de Bagé, um analista mega ranzinza que tinha seus próprios métodos para auxiliar seus pacientes. Ele é um desses personagens clássicos e suas crônicas são lidas em vários livros do Luis Fernando Veríssimo.

O menino no espelho: Um livro clássico que mereceu minha releitura. Neste, Fernando Sabino reúne memorias da infância em Belo Horizonte, com histórias ora reais, ora imaginárias. Uma leitura quase que obrigatória, por possuir uma linguagem simples e que transmite, claramente, o universo infantil. 

A identidade cultural na pós modernidade: Li esse livro a primeira vez há dois anos, por obrigação. Ele tava na ementa de um cursinho de extensão que fiz: Estudo de gênero, raça e etnia. Na época eu li todos os livros recomendados rapidinho mas adorei a leitura de todos, tanto que decidi rele-los, com calma, amor e paciência. Comecei por esse do Hall, onde ele analisa a crise de identidade na pós modernidade, o que a causou e que "forma" ela possui. Ele argumenta que a identidade vem sendo descentrada. Tomei conhecimento de várias coisas com esse livro: de como o conceito de "penso logo existo" do Descartes é mais que furado, de que não possuímos uma essência: nossa identidade é formada e reformada a partir do outro e de onde vivemos e que ela não é algo fixo, de que a cultura nacional é um discurso entre outras. Pra quem está iniciando seus estudos sobre a temática, eu diria que esse é um ótimo livro, mas pra quem já está mais "adiantado", eu não recomendaria, depois eu descobri que essas coisas não são nenhuma novidade, até Freud já tinha se pronunciado sobre as identidades emergentes. De qualquer maneira, é um ótimo livro para consulta, tem vários trechos de vários autores sobre a temática, então para uma consulta rápida é uma boa pedida.


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